O projeto da orla prevê, no Mucuripe, a construção de um novo Mercado dos Peixes, erguido em alvenaria
Com
a análise da documentação das empresas interessadas em executar as
obras, começa hoje o processo licitatório do Projeto de Requalificação
da Beira-Mar, a partir das 9h, na Secretaria de Turismo do Município,
Rua Leonardo Mota, 2.700, Aldeota.
No caso de nenhuma empresa contestar a documentação das concorrentes, acontecerá em seguida a abertura das propostas para a execução da obra, informou, ontem, a coordenadora do Programa Regional de Desenvolvimento do Turismo - Prodetur Nacional Fortaleza, Josenira Pedrosa.
"Na análise da documentação, pode acontecer alguma contestação", admitiu a turismóloga Jocenira, acrescentando que licitação será feita na modalidade concorrência internacional.
O projeto, orçado em R$ 102 milhões e com um prazo de dois anos para a sua conclusão, será executado em 39,38 hectares da orla, incluindo a construção de um espigão e de um aterro hidráulico, dentre muitos outros equipamentos.
Já na fase de análise da documentação, é observada a qualificação técnica das construtoras. Depois disso, vem a escolha da proposta de execução da obra, quando sai vencedora aquela que oferecer melhor preço, confirmou a turismóloga . "Na realidade, o valor para realização dos trabalhos pode ir até R$ 102 milhões", acrescentou.
De autoria dos arquitetos Fausto Nilo, Esdras Santos e Ricardo Muratori, o projeto arquitetônico, vencedor de licitação realizada pelo Município em dezembro de 2010, prevê o reordenamento urbanístico e paisagístico da Avenida Beira-Mar, envolvendo a requalificação urbana do trecho que vai da Avenida Rui Barbosa até o Mercado dos Peixes, no Mucuripe.
Acessibilidade
A obra incluirá a recuperação do calçadão, paisagismo, drenagem urbana, iluminação e equipamentos de acessibilidade, como assentamento de piso podotátil, rampas de acesso e sinalização adequada a todos os moradores da Cidade, inclusive pessoas portadoras de algum tipo de deficiência ou limitação. O projeto prevê, ainda, a padronização das 34 barracas que hoje comercializam no local.
Josenira Pedrosa assegura que todas elas permanecerão na área. "Tudo que existe permanecerá, porém, com nova função, com novo ordenamento", falou, esclarecendo que as barracas passarão a funcionar no padrão quiosques, com 40 m².
Em grande parte do calçadão da Beira-Mar, o piso será em cimento pigmentado, com pedra Cariri. Conforme informação da coordenadora do Prodetur Nacional Fortaleza, será construído um aterro hidráulico que terá 1.130 metros de extensão por 80 metros de largura entre as avenidas Rui Barbosa e Desembargador Moreira.
Está prevista, ainda, a construção de um espigão de 230 metros de comprimento, à altura da Avenida Desembargador Moreira. "O objetivo é a recuperação da faixa de praia, o que será possível com a construção do instrumento de contenção marítima", disse. A ampliação dessa faixa é tida, no projeto, como fundamental para viabilizar diversos equipamentos previstos.
"Com isso, vamos abrir espaço, por exemplo, para a recuperação da feirinha na altura do Náutico e de uma outra naquelas imediações", citou.
Estaleiro artesanal
Também o Anfiteatro da Volta de Jurema passará por obras de recuperação e contará com uma nova pista de skate. Já para os proprietários de jangada que ancoram no Mucuripe, haverá um estaleiro artesanal com abrigos para aqueles que desejam ou necessitam consertar, ali mesmo, suas embarcações.
São destaques no projeto arquitetônico, também, a implantação de zonas pavimentadas para vias de tráfego de veículos, estacionamentos, passeios, ciclovias, base para a implementação futura de um bonde elétrico e calçadão para caminhadas.
Outra novidade referente ao projeto é a construção, no Mucuripe, de um novo Mercado dos Peixes, que será erguido em alvenaria. No mercado atual, muitos dos 42 peixeiros desenvolvem seu comércio em barracas, informou Josenira.
Por sua vez, a licitação da obra do sistema viário da Praia do Futuro deve acontecer em mais 12 dias, informou a coordenadora do Prodetur Fortaleza. Os trabalhos englobam serviços de recuperação da Avenida Zezé Diogo, Dioguinho e José Saboia. Além da pavimentação, as obras na Praia do Futuro incluirão melhorias no sistema de drenagem, pavimentação e padronização das calçadas.
Também contando com recursos do Prodetur, do Ministério do Turismo, os serviços preveem melhoria na sinalização, acessibilidade, iluminação e paisagismo das vias. Os trabalhos na Praia do Futuro estão orçados em R$ 80 milhões e o prazo para a conclusão da obra é de um anos e oito meses.
MOZARLY ALMEIDA
REPÓRTER
No caso de nenhuma empresa contestar a documentação das concorrentes, acontecerá em seguida a abertura das propostas para a execução da obra, informou, ontem, a coordenadora do Programa Regional de Desenvolvimento do Turismo - Prodetur Nacional Fortaleza, Josenira Pedrosa.
"Na análise da documentação, pode acontecer alguma contestação", admitiu a turismóloga Jocenira, acrescentando que licitação será feita na modalidade concorrência internacional.
O projeto, orçado em R$ 102 milhões e com um prazo de dois anos para a sua conclusão, será executado em 39,38 hectares da orla, incluindo a construção de um espigão e de um aterro hidráulico, dentre muitos outros equipamentos.
Já na fase de análise da documentação, é observada a qualificação técnica das construtoras. Depois disso, vem a escolha da proposta de execução da obra, quando sai vencedora aquela que oferecer melhor preço, confirmou a turismóloga . "Na realidade, o valor para realização dos trabalhos pode ir até R$ 102 milhões", acrescentou.
De autoria dos arquitetos Fausto Nilo, Esdras Santos e Ricardo Muratori, o projeto arquitetônico, vencedor de licitação realizada pelo Município em dezembro de 2010, prevê o reordenamento urbanístico e paisagístico da Avenida Beira-Mar, envolvendo a requalificação urbana do trecho que vai da Avenida Rui Barbosa até o Mercado dos Peixes, no Mucuripe.
Acessibilidade
A obra incluirá a recuperação do calçadão, paisagismo, drenagem urbana, iluminação e equipamentos de acessibilidade, como assentamento de piso podotátil, rampas de acesso e sinalização adequada a todos os moradores da Cidade, inclusive pessoas portadoras de algum tipo de deficiência ou limitação. O projeto prevê, ainda, a padronização das 34 barracas que hoje comercializam no local.
Josenira Pedrosa assegura que todas elas permanecerão na área. "Tudo que existe permanecerá, porém, com nova função, com novo ordenamento", falou, esclarecendo que as barracas passarão a funcionar no padrão quiosques, com 40 m².
Em grande parte do calçadão da Beira-Mar, o piso será em cimento pigmentado, com pedra Cariri. Conforme informação da coordenadora do Prodetur Nacional Fortaleza, será construído um aterro hidráulico que terá 1.130 metros de extensão por 80 metros de largura entre as avenidas Rui Barbosa e Desembargador Moreira.
Está prevista, ainda, a construção de um espigão de 230 metros de comprimento, à altura da Avenida Desembargador Moreira. "O objetivo é a recuperação da faixa de praia, o que será possível com a construção do instrumento de contenção marítima", disse. A ampliação dessa faixa é tida, no projeto, como fundamental para viabilizar diversos equipamentos previstos.
"Com isso, vamos abrir espaço, por exemplo, para a recuperação da feirinha na altura do Náutico e de uma outra naquelas imediações", citou.
Estaleiro artesanal
Também o Anfiteatro da Volta de Jurema passará por obras de recuperação e contará com uma nova pista de skate. Já para os proprietários de jangada que ancoram no Mucuripe, haverá um estaleiro artesanal com abrigos para aqueles que desejam ou necessitam consertar, ali mesmo, suas embarcações.
São destaques no projeto arquitetônico, também, a implantação de zonas pavimentadas para vias de tráfego de veículos, estacionamentos, passeios, ciclovias, base para a implementação futura de um bonde elétrico e calçadão para caminhadas.
Outra novidade referente ao projeto é a construção, no Mucuripe, de um novo Mercado dos Peixes, que será erguido em alvenaria. No mercado atual, muitos dos 42 peixeiros desenvolvem seu comércio em barracas, informou Josenira.
Por sua vez, a licitação da obra do sistema viário da Praia do Futuro deve acontecer em mais 12 dias, informou a coordenadora do Prodetur Fortaleza. Os trabalhos englobam serviços de recuperação da Avenida Zezé Diogo, Dioguinho e José Saboia. Além da pavimentação, as obras na Praia do Futuro incluirão melhorias no sistema de drenagem, pavimentação e padronização das calçadas.
Também contando com recursos do Prodetur, do Ministério do Turismo, os serviços preveem melhoria na sinalização, acessibilidade, iluminação e paisagismo das vias. Os trabalhos na Praia do Futuro estão orçados em R$ 80 milhões e o prazo para a conclusão da obra é de um anos e oito meses.
MOZARLY ALMEIDA
REPÓRTER
Diário do Nordeste



















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